terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Resenha - Vampiratas - Demônios do Oceano

Olá, companheiros!
O livro de hoje é um pouco antigo, é sim, mas é uma leitura prazerosa e fantástica. Carregado pela fantasia revolta dos sete mares, apresentando-nos a uma turba de piratas asquerosos e desorganizados, ao mesmo tempo em que nos mostra uma luxuosa embarcação restrita aos hábitos vampirescos de seus tripulantes, Vampiratas - Demônios do Oceano, não é nada além de uma aventura sem limites! É um livro de anos atrás, que sempre via na livraria sem condições de comprar, em minha infância de card games e coisas do gênero. Hoje, mais voltado aos livros, comprei os três volumes desta série que me conquistou pela capa, e só então pelas sinopses e pelas críticas.
Arrisquei no cego, sem me importar em pesquisar nos comentários alheios para saber do que se tratava a história. Se valeu a pena? Certamente!
Vampiratas nos conta a história de dois irmãos gêmeos, Connor e Grace, que logo de início ficam órfãos, o que os deixa desolados. Acompanhando o desenrolar de suas histórias, que logo se separam pelo sequestro de Grace por um navio peculiar, conhecemos piratas que ensinam a honra e o senso de dever a Connor, e os Vampiratas, que nomeiam a série, e seus hábitos exóticos e sombrios. Levados pelo suspense das cenas de Grace, descobrimos a natureza da tripulação do navio-vampiro, seus modos, entre outras coisas, ao mesmo tempo em que desbravamos os mares ao lado de Connor, que passa pelo seu primeiro ataque como um pirata e mostra sua verdadeira força.
O livro traz uma linguagem simples, mas muito simpática, atraente para os leitores e fácil de ser compreendida. A tradução é excelente, carregada de um vocabulário rico, ainda que simplório, o que nos traz expressões elegantes e um belo senso de embarcações, prova de que uma grande pesquisa foi feita pelo autor, Justin Somper, antes de se lançar nas páginas de Vampiratas.
Demônios do Oceano é apenas o primeiro livro desta série fabulosa que, atualmente, conta com 4 volumes em português e 6 livros em inglês.
Encerro essa resenha veloz com a recomendação desta obra de qualidade, ainda mais para aqueles que admiram os piratas e seu mundo de águas infindáveis, oceanos repletos de perigos e mares revoltosos contra seus navios. Connor e Grace passaram por grandes enrascadas nestes primeiro livro, mas há muito mais para ser contado nas sequências, que logo também receberão resenhas aqui no blog. Não deixem de acompanhar nos comentários e, se tiver oportunidade, se aventurar nessa fantasia fascinante!
Até a próxima!

Conto - Bloody Rose

Olá, companheiros!
Postagem rápida, apenas para divulgar um trabalho que acho fantástico: a escrita em conjunto.
Recentemente, nos blogs Special Days e Hinamizawa Sindrome, do casal Rah Walker e John Warlock, foi lançado um conto de "comemoração" à virada de ano. Chamado de Bloody Rose, é uma história de mistério e suspense, onde um assassinato antigo revela raízes tenebrosas e... bom, é melhor você mesmo ler e tirar suas próprias conclusões. O conto é altamente recomendado, e pode ser encontrado para download NESTE LINK, assim como nas postagens de ambos os blogs (ESTA e ESTA, não se esqueçam de comentar!).
Divulgo por achar uma iniciativa interessante a escrita em conjunto, algo que muitos podem achar fácil, simplificando o trabalho de um escritor por possibilitar que duas cabeças pensem ao mesmo tempo, mas nem por isso deixa o trabalho do planejamento fácil. Fornece uma base muito maior para a criatividade, certamente, mas é muito mais difícil do que parece! Realço o livro Crônicas dos Senhores de Castelo, da Editora Verus, que também possui dois autores, como um ótimo exemplo deste tipo de escrita.
Não deixem de conferir o material destes dois blogs, há muita coisa interessante para ser vista!
Até a próxima!

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Trinity Blood

Olá, companheiros!
Postando hoje para comentar sobre uma série que admiro muito, originalmente desenvolvida como Light Novels, adaptada depois de muito tempo para um mangá fiel aos livros e uma animação com final alternativo. Estou falando de Trinity Blood, uma série de vampiros e muito mais. Vamos conhecer um pouco mais sobre a franquia.
Trinity Blood foi escrita por Sunao Yoshida e ilustrada por Thores Shibamoto e, como toda boa Light Novel, passou por uma serialização antes de ser transformada em livros. Por carregar a temática vampírica, e também devido às ilustrações impecáveis de Shibamoto, a série é bastante comparada com outra franquia de vampiros bem famosa, Castlevania, mas devo lhes garantir que as diferenças são enormes. Em Trinity Blood, os vampiros são uma ameaça, em termos. Além disso, há um predador para a raça dos sanguessugas: os Kresnik. Existiram apenas quatro dessa nova raça de predadores de vampiros, capazes de armazenar seus poderes até o momento em que forem necessários, e só então liberá-los, controlando-os com perfeição.
Os doze volumes da Light Novel de Trinity Blood foram publicados entre 2001 e 2005, mas infelizmente, antes do término da história, o autor faleceu. Usando de anotações sobre o final planejado por Yoshida, Kentaro Yasui (autor das Light Novels de Ragnarok) deu continuade à série, terminando-a de acordo com os desejos de seu amigo.


Em 2004, alguns meses antes da morte do autor original, foi iniciada a publicação do mangá, que hoje conta com 14 volumes, ainda sendo publicado em ritmo vagaroso. O traço de Kiyo Kyujyo é shoujo, mas seu detalhismo é impressionante, retratando com perfeição as vestimentas garbosas e elegantes dos personagens, assim como a luxúria de seus atos e de seus olhos. Foi aclamado pelo público por seguir bastante das Light Novels, diferente da animação, que possuiu apenas 26 episódios serializados em 2005 e contou com um final diferente do original. Ainda assim, o mangá é apontado por abusar das cenas de comédia, o que por vezes quebra o clima e a seriedade da história.
A trama nos leva até o Vaticano, uma organização especializada em combater os vampiros revoltados com os humanos, e seu eterno conflito contra a Rosenkreuz Orden (Ordem de Rosa Cruz), liderada por Contra Mundi. Lá, somos apresentados a uma série de personagens profundos e tocantes, entre eles o padre Abel Nightroad e a "freira" Esther Blanchett. Além destas duas forças, existe também a Inquisição, e uma série de personagens independentes, mas nem por isso pouco trabalhados.
Por fim, deixo minha recomendação a esta série gloriosa, nada menos do que um tesouro do Japão. Já asisti a animação, e adquiri recentemente os 13 volumes do mangá publicado no Brasil pela Panini (ainda que almejasse as Light Novels em inglês, mas enfim), logo devo resenhá-las aqui no blog, portanto, aguardem. Ou não, e confiram esta série para que possa tirar as suas próprias conclusões, não vão se arrepender.
Até a próxima!

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Sonic 4: Episode 2 e Manifesto Feminino Gamer

Olá, companheiros!
Passando rapidinho, apenas para deixar o link de dois vídeos recém-descobertos na internet.
O primeiro é o teaser trailer de Sonic 4: Episode 2, que você pode conferir AQUI. Será que a física melhorou, como todo mundo pediu? Quais serão as novas fases? Disso não sabemos, mas Tails e Metal Sonic estão confirmados, o que me deixa realmente instigado (ainda mais depois de Sonic Generations).

O segundo vídeo é uma manifestação das garotas que jogam, seja em consoles, computadores ou iphones, cansadas do sexismo barato dos jogadores que as menosprezam. O vídeo pode ser conferido AQUI, e carrega uma importa mensagem. Se você é um desses tolos que não respeita a opinião de uma garota, conscientize. Se admira essa opção, divulgue. Faz parte.

Até a próxima!

Resenha - Deus Máquina

Olá, companheiros.
Estava eu sem sono nesta madrugada. Pouco mais de 2 horas, o frio ainda era mediano, 65 páginas da mais pura ficção de Leonel Caldela me chamaram para terminar a aventura que tanto me agradara até então. Investi horas de meu descanso no fim deste livro, e sabe a que conclusão cheguei?
Valeu a pena, dude.
Deus Máquina é continuação direta de O Caçador de Apóstolos, ambos lançados por Leonel Caldela em parceria com a Jambô Editora. Em um cenário épico de fantasia imunda, Leonel retrara a vida dos generais e dos rebeldes, da Igreja e do escritor Iago que, mesmo após passar por diversos infortúnios em sua vida medíocre, acaba por se envolver na maior descoberta que seu povo poderia fazer, guiado por uma vontade incontestável dos homens que o acompanhavam.
Em Deus Máquina, conhecemos um pouco mais sobre aquele mundo sujo, que acaba por se revelar como muito mais fantasioso do que se esperava. A revelação surpreendente na última página de Caçador de Apóstolos nos deixa instigado a esperar pelo desfecho, e Leonel não decepciona. Está tudo lá, suas maiores características, a frieza com que retrata a "realidade fictícia", a personalidade marcante de cada um dos seus personagens. As estratégias de combate, as reviravoltas, tudo no maior estilo Bernard Corwell, ainda mais envolvente do que a Trilogia Tormenta. Os livros anteriores são meus favoritos pelo cenário empregado, mas foi nessa série que Leonel Caldela realmente se superou, sentindo-se livre para criar e destruir, pois o mundo era dele, sem limites, sem fronteiras. E assim o fez, carregando personalidades e rostos desconhecidos, mostrando o desenrolar de subtramas envoltas em passados tristonhos e atos banais, pois todos os homens guardam algo de mal dentro de si.
Uma marca que acho bastante impressionante nas histórias do Leonel é a sua crueldade de detalhes. São humanos (ou similares, em suma mortais), e como humanos erram, se desesperam, não medem esforços para sobreviver. Por mais que sejam heróis para seus homens, os generais ainda são simples guerreiros de armadura, podem sangrar, morrer ou coisa pior, como serem aleijados. Está tudo lá, num épico de confrontos colossais e inesperados e, como sempre, os últimos capítulos nos surpreendem por tirar o fôlego numa batalha de propriedades devastadoras e pensamentos dignos de um estrategista.
Deus Máquina é o primeiro livro de Caldela que não encerra com uma surpresa, uma reviravolta ou uma revelação bombástica. Acaba como começou, sem pressa, sem prometer nada além, mas acaba como as histórias verdadeiras terminam. Nem por isso perde o clima, muito pelo contrário, apenas realça a humanidade de seus personagens. Diferente de Tormenta, a ambientação criara para a série de Urag não tem poderes divinos, sequer possui deuses verdadeiros. Assim, era de se esperar que os sentimentos e as ações de seus personagens superassem as barreiras do impressionismo, pois nada poderiam fazer além do que os homens são capazes. As atitudes ainda espantam, entretanto, vemos pessoas comuns se tornarem assassinos e vice-versa, como a vida real. Tudo depende da situação, e Deus Máquina retrata com perfeição essa realidade.
O encerramento concluiu a saga de Atreu e os demais generais, narrada por Iago e suas fantasias. O escritor teve um papel bastante importante para a trama, ainda que não fosse o melhor dos guerreiros (mas talvez o pior), mostrou-se corajoso no fim, quando foi necessário. Retratou suas verdades e mentiras com maestria, agraciado por um background rico, por companheiros e inimigos, por lembranças dos tempos passados. E, por falar em tempos passados, conhecemos bastante sobre os antigos, o que nos deixa maravilhado. Vemos que, por trás de toda aquela selvageria bárbara, houve um tempo de máquinas, de tecnologia, de sucesso. Não vou lhes adiantar nada sobre os detalhes, mas garanto que vão admirar a escolha do plot do autor, que costuma abusar de sua criatividade quando se trata das ligações entre personagens/cenários/passado e futuro.
Enfim, Deus Máquina encerrou uma saga, mas talvez não seja o último livro deste cenário. Leonel Caldela deixou bem claro que gostaria de escrever outras histórias neste mundo, ainda que tenha alertado, nas últimas páginas deste épico, que seu próximo livro teria um novo cenário. Confio no autor, ele sempre consegue nos encantar com sua arte, mas que não deixe Urag esquecido. Seria muito interessante ver alguma história se desenrolar na terra dos antigos, por exemplo, no tempo steampunk pelo qual aquele mundo já passou. Deixo uma sugestão, enfim, mas só nos resta esperar.
No entanto, para aqueles que não desejam esperar, a Dragon Slayer lançou uma adaptação do cenário de Deus Máquina para RPG de mesa. Quer criar as suas próprias aventuras neste mundo vasto e brutal? Aproveite a chance que a revista oferece, o próprio autor ensina, com direito aos autômatos e aos tabletes místicos dos druidas!

Até a próxima!

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Games - Blazblue

Olá, companheiros!
Trazendo hoje uma postagem sobre a série que mais se tornou especial para mim neste finalzinho de ano: Blazblue. Tive contato com os jogos anteriormente, mas nunca tinha dado uma chance ao modo Story, pois, geralmente, esses jogos de pancadaria pura não valorizam tanto o cenário utilizado. Acabei por engolir minhas palavras, ao encontrar em Blazblue um dos cenários mais bem trabalhados de todos os tempos e, sem dúvida alguma, o melhor em games do estilo.
A trama principal gira em torno de Ragna the Bloodedge, um criminoso de classe SS, procurado por invadir diversas instalações da NOL (uma organização correspondente à milícia, aos militares) para destruir os Cauldrons (caldeirões), artefatos de grande poder utilizados para finalidades nem sempre corretas. Ao dele nessa história, diversos outros personagens se deixam levar por motivações e objetivos diferentes, todos coesos num único universo de ações, como Jin Kisaragi, Noel Vermilion, Tsubaki, Makoto, Taokaka e Bang Shishigami. A trama é complexa, turbulenta graças a uma infinidade de subtramas, que giram em torno de vingança, descoberta, proteção e coisas do tipo.
O primeiro jogo da série, Calamity Trigger, usada do modo história para exemplificar incontáveis cenários diferentes. Cada personagem tinha uma linha de ação, e a cada jogatina você via um final totalmente diferente para aquele char, e mesmo para a série. Após concluir todas as histórias, é habilitado o True Ending, e apenas neste temos conhecimento dos fatos realmente ocorridos naquela parte da história, os quais são surpreendentes.
O segundo jogo, Continuum Shift, passou por duas revisões (2 e Extended, mas esta ainda não chegou à América), e é muito melhor trabalhado do que o primeiro. As histórias, agora, são mais voltadas ao próprio personagem, contando fatos do passado e acontecimentos relativos à sua personalidade. Ainda há aquela intromissão de acontecimentos, onde vemos cenários possíveis e impossíveis, inclusives alguns bônus cômicos deixados pelos criadores da série. Mas, em suma, mesmo os finais ruins de cada personagem são interessantes de se ver, explorando bastante da complexidade do roteiro que, como disse antes, é um dos melhores que já vi.


Com autômatos, experiências humanas, magia e ciência, Blazblue tem tudo para chamar atenção dos viciados em histórias de ação e reviravoltas. O jogo é de luta, certo, mas a apresentação das histórias se assemelha a uma Visual Novel, com imagens e descrições misturadas às batalhas épicas. O gráfico em 2D Anime pode parecer simples, mas dá um baile em muitos outros do tipo (King of Fighters que o diga!), e as artworks são fantásticas! Personagens carismáticos e envolventes, cenário criado para tremular as mentes dos fãs e atitudes capazes de deixar qualquer um boquiaberto, todas essas são características dessa série que surgiu do nada, mas veio para ficar!


Blazblue também conta com uma série de Light Novels, assunto bastante abordado aqui no blog. Tivemos, em agosto de 2010, o lançamento de Blazblue - Phase 0, que conta a história anterior à trama, da guerra contra a Black Beast. Depois disso, em abril de 2011, tivemos o lançamento da Phase Shift 1, e em janeiro de 2012 teremos a segunda edição dessa série. Não preciso comentar que as ilustrações e a qualidade do enredo são fantásticas, preciso? Infelizmente, esse tipo de material raramente sai do Japão, mas sempre existem algumas almas caridosas para traduzi-los, ao menos para o inglês. AQUI você encontra o Prólogo e os três primeiros capítulos do Phase 0 em inglês, e acredito que esse cara vá terminar a tradução, ainda que não possamos apressá-lo. As ilustrações são facilmente encontradas na internet, basta uma rápida busca no Google e tá tudo certo. Eu traduzi o Prólogo para o português, apenas enquanto lia, quem sabe não posto mais tarde? É, quem sabe.
Blazblue Continuum Shift Extended tem lançamento previsto para 14 de fevereiro no restante do mundo, contando agora com a presença jogável de Relius Clover, o Coronel que comanda a marionete Ignis, e 4 histórias extras! Vai deixar essa escapar?


Até a próxima!

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

A Balada do Caçador no RPG Vale!

Olá, companheiros!
Postagem rápida, apenas para comemorar o aparecimento da Light Novel 'A Balada do Caçador', de minha autoria, no site RPG Vale, o qual admiro muito. O capítulo 1 pode ser encontrado na postagem Canções da Meia-Noite #37, ou NESTE LINK.
Confiram no site a postagem, e façam uma visita sempre que puderem, o conteúdo do RPG Vale é muito bom! Essa área, a Canções da Meia-Noite, é periódica, ou seja, qualquer um pode enviar seu conto para o site e concorre a uma chance de aparecer por lá. Não perca essa oportunidade, participe você também!
Até a próxima!

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Light Novel Project

Olá, companheiros.
Postagem rápida, apenas para divulgar um blog que acho muito interessante: o Light Novel Project.
O LNP é uma equipe de tradutores que trazem até os brasileiros algumas das light novels japonesas, as quais infelizmente têm poucas chances de serem traduzidas para o português (sendo que algumas sofrem para sair mesmo em inglês...). É possível encontrar diversas traduções no site deles, muitos projetos em andamentos e teaser que podem ser escolhidos para novos tradutores. A equipe está sempre aumentando portanto, se você tem conhecimento em inglês e bastante vontade de ajudar os leitores assíduos, faça parte do staffa da LNP! Una-se ao grupo e ajude-os com as traduções, garanto que elas serão sempre bem-vindas por aqueles que admiram esse tipo de trabalho. Lembrando que eles têm os teaser à mostra, mas os voluntários podem apresentar novos projetos, se assim desejarem. Vale a pena conferir.
O link para o site pode ser encontrado AQUI. Não perca tempo, confira agora mesmo as light novels disponíves, aproveitando o ritmo da matéria e da light novel de minha autoria, A Balada do Caçador, postada algum tempo atrás aqui no blog (onde você pode encontrar o Sumário Completo com facilidade).
Até a próxima!

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

3º Desafio Literário - A Fera e a Fera

Olá, companheiros!
Recentemente, participei do 3º Desafio Literário do site A Irmandade, com o conto 'A Fera e a Fera'. A temática, como devem ter notado, era sobre os contos de fadas, reescrevendo-os de uma maneira atual, mudando certos conceitos e recontando uma história clássica. Usei A Bela e a Fera por que foi a primeira que me passou pela mente, e gostei do resultado. O conto está disponível para leitura AQUI, e logo mais será disponibilizada a votação, portanto, passem por lá e dêem uma ajuda, hehe.
Até a próxima!

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

A Balada do Caçador - Sumário Completo

Saudações, companheiros!
Para quem não conhece, A Balada do Caçador foi uma Light Novel feita por mim, inicialmente um projeto para demonstrar o estilo de escrita ao modelo dos japoneses. Foi concluída recentemente e, para aqueles que chegarem agora, estou postando o sumário completo, que também pode ser encontrado na aba à esquerda do blog (ali <<<<), clicando em 'Contos'. Deixem seus comentários, critiquem, avaliem, ajudem a divulgar. Todo o apoio é bem-vindo.
Quem sabe não surgem outras histórias no blog, não é?

A Balada do Caçador
Sumário

Personagens

Prólogo

1. Harmonia que se Perde

2. Um Vulto no Crepúsculo

3. Medo e Fraqueza

4. Sempre Amáveis

5. Confronto

6. Irmão de Sangue Distinto

7. Para um Bem Maior

Epílogo


Até a próxima!