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quinta-feira, 20 de junho de 2013

Sobre as Manifestações do Brasil


O Brasil tem visto que, de uma hora para outra, seu povo resolveu acordar. Foi demorado, sim, e talvez não seja esse despertar o responsável por resolver todos os nossos problemas de imediato, mas já é um bom começo, temos de admitir. Frases como "muda Brasil" e "o gigante acordou" se tornaram gritos de guerra, tais como os trechos das músicas do Legião Urbana tornaram-se lemas de passeatas ("somos o futuro da nação", entre outros).


É neste clima que, na data de hoje, 20 de junho, eu tive a oportunidade de me envolver com um dos protestos, realizado na minha cidade, Taubaté-SP. Não me pintei, não estendi faixas, não corri e gritei com a animação que tinha reservada, ainda que muito admirasse tais ideias. Fiz o que, ultimamente, mais tenho feito: fotografei. E, na posição de fotógrafo, ainda que amador, tive a oportunidade que, basicamente falando, poucas pessoas tiveram: a de observar as manifestações. Ali, no meio delas, imerso nos gritos e nas revoltas, acompanhados de cartazes e caras pintadas, mas somente para observar e registrar.


Assim, observei e registrei cenas que muitos outros não puderam presenciar.


Havia crianças, muitas delas. Misturadas aos adultos, carregando cores do pavilhão nacional, bandeiras vestidas como capas, cartazes, pinturas; orgulho, em resumo. Havia famílias. Pais e mães, acompanhados de seus herdeiros agitados, gente ainda mais experiente, talvez avós, igualmente caminhando, seguindo o fluxo que congestionava as ruas, que agitava as calçadas, que mudava o mundo. Havia cores, cores demais, não somente o verde e o amarelo que nos representam. Havia, em suma, o branco da paz, pintado nas representações de nossa bandeira, carregados pelo pedido que o brasileiro jamais cansará de fazer. Havia tudo isso, e havia muito mais, mas muita gente não viu.


Eu, vi.


Tirei fotos, obviamente, mas o registro principal ficará somente comigo e com poucos outros fotógrafos ali presentes, agraciados com a mesma sorte que eu. Com a dádiva de ver um povo se reerguer das cinzas adormecidas para gritar o hino de sua pátria, encerrei meu dia com um sorriso verde e amarelo, em termos. Nunca fui muito patriota, rebelde e cansado pelo miserável destino que ostentávamos no Brasil, mas só agora percebo que tal opinião era nada além de um erro: aquele que não é patriota não tem o direito de reclamar. Ele desonra, e assim, será desonrado. Se você não está preparado para acreditar, ao menos, para sair nas ruas e, no mínimo, assistir, ou mesmo que ouvir, o povo que tenta lutar por seus direitos, você não tem o direito de reclamar de nada. Como eu, mesmo, não tinha. Mas, hoje, tudo é diferente.


E é com um sorriso verde e amarelo que eu carrego a esperança de que, através de gritos, de marchas e de uma guerra sem violência alguma, possamos conquistar a paz, a justiça e a igualdade que tanto merecemos.


Rumo à mudança, Brasil!












domingo, 5 de maio de 2013

Maio, o meu mês de escritor!

Hoje é um domingo para relembrar o quanto eu amo escrever! Posso não ficar milionário, posso não ficar famoso, posso não vender milhares de livros, mas eu sei, e sempre vou saber, que fiz o meu melhor com as palavras, e pra mim isso é muito mais que o suficiente. Não há sensação melhor do que jogar a sua vida, as suas ideias e os seus pensamentos numa folha em branco e vê-los ganhar forma, criar vida, cintilar como se tivessem alma própria. Talvez hoje não seja o dia certo, que infelizmente não me recordo com exatidão, mas em algum dia de maio de 2006 eu abri um caderno e rabisquei a minha primeira história de verdade, que talvez não fosse bem uma história de verdade, mas marca o início da realização de um sonho, e o sonho sim, mais que certamente, era verdadeiro. 7 anos atrás eu decidia que queria aquilo para a minha vida, e podem se passar mais 5, mais 10, mais 50 anos: tal decisão nunca vai mudar. Talvez eu não tenha nascido para escrever, como talvez poucas pessoas realmente tenham nascido para fazer o que, hoje, fazem, mas é essa a maior virtude da vida: ela nos surpreende. E, se eu não nasci para escrever, que eu, ao menos, escreva até o último de meus dias, por birra, por vontade, por sonho ou mesmo sem motivo nenhum.
Agora, que tal escrevermos um pouco?

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Mangatronic para Windows Phone



Usuários de Windows Phone, tremei! Está em nossas mãos, por um preço miserável se comparado à sua preciosíssima utilidade, um aplicativo que tende a mobilizar a arte dos quadrinhos japoneses de uma maneira bastante diferente. Trata-se de Mangatronic Colors, a segunda versão do programa desenvolvido pela Djooleean Factory para conversão de fotos em imagens de mangá, previamente somente em preto e branco, mas agora com cores e luminosidades distintas. Eu sei que vários programas prometeram isso, e alguns chegam até mesmo a cumprir, mas eu, ao menos, nunca antes havia me deparado com uma conversão de tamanha eficiência. E o preço é muuuuuuito bacana, nada além de 2R$ para um aplicativo que pode ser EXTREMAMENTE útil se usado da maneira correta, como por exemplo, para projetos que envolvem imagens rabiscadas, quadros, desenhos com cores ou não e, acima de tudo, para escritores sedentos por ilustrações mas sem dom algum para a arte de ilustrar.
Seguem abaixo algumas imagens que mostram do que o programa é capaz, e se você tem um Lumia ou similar, adquira agora mesmo o Mangatronic, garanto que você não vai se arrepender!
(Confira AQUI o site oficial do aplicativo!)

  











segunda-feira, 4 de março de 2013

Almanaque do Terror


Postagem veloz, apenas para deixar a dica de leitura da semana: Almanaque do Terror, uma publicação da linha Mundo Estranho! Por 10R$ encontrará o melhor nos filmes, jogos e quadrinhos/mangás de terror de todos os tempos, com top 10, sinopses, comentários e diversas curiosidades! De quebra ainda tem um mega tour pelas localidades mais aterrorizantes do mundo. Para quem se interessar, pode encontrar a revista à venda nas melhores bancas do país, ou no site da Editora Abril. Fica a fica!

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

One Piece - Jogo de Browser

Postagem curta, somente para divulgar um projeto que achei muito bacana! Trata-se do One Piece New World, um jogo de browser da série de maior sucesso de todos os tempos, onde você pode criar o seu personagem, seja pirata ou marinheiro, e desbravar os mares do imenso universo de One Piece, enfrentando adversários criados por outros jogadores e ampliando suas características, ao mesmo tempo em que faz viagens para outras ilhas e muito mais! É um jogo simples, um mero rpg jogado diretamente no site, mas muito valioso para os fãs da série que desejam desenvolver personagens nesse universo magnífico.
Fica a dica para quem curte esse tipo de diversão. Confiram agora mesmo no SITE OFICIAL do projeto, e encontre AQUI o guia para iniciantes.
Até a próxima!

terça-feira, 21 de agosto de 2012

22ª Bienal do Livro de São Paulo



Maravilhado.
Foi assim que eu me senti quando andei pelos corredores tomados por pessoas na 22ª Bienal do Livro de São Paulo. Eu nunca havia visitado um evento de livros daquele porte, e ainda tive a oportunidade de fazê-lo de maneira especial: autografando Ragnarok - O Crepúsculo dos Dragões, livro que publiquei pela Editora Oráculo, no Selo Tecno Fantasy, após vencer um concurso de adaptação do quadrinho de mesmo nome.
Quem acompanha o blog já deve saber sobre o Ragnarok e a editora, mas não é esse o verdadeiro assunto da postagem.
Escrevo agora para desabafar a imensa satisfação de admirar todas aquelas estandes montadas unicamente no propósito de espalhar a cultura da leitura no nosso país. Não é segredo para ninguém que o Brasil não é o palácio dos leitores: pouca gente realmente gosta de ler. Pensando assim, ao ver o fluxo da movimentação no Anhembi naquele domingo, senti-me maravilhado como não esperava me sentir.
A sensação era realmente incrível!
Estandes e mais estandes de conteúdo variado, com livros para todos os gostos, faixas etárias e tipos de pessoas. Quadrinhos, romances, novelas, coletâneas, enciclopédias, menores livros do mundo, mangás, tinha de tudo lá! Eu me perdia, não pelo mapa organizado do lugar, mas eu me perdia ao girar no lugar, sem saber para onde olhar, o que ver primeiro. Tomando cuidado para não perder meu horário na estande da Oráculo/Delicatta, viajei em infinitos mundos pelas capas de infindáveis livros, cada qual mais bonito e marcante, e soube de imediato que, se pudesse, compraria muitos deles, até que não mais coubessem em minha casa.
Lá, vi também crianças, e isso me deixou admirado demais. Muitas delas se sentavam para ler ali mesmo, nos corredores, sem atrapalhar a passagem dos transeuntes. Elas abriam os livros recém-comprados pelos pais, apontavam as páginas, liam algumas em voz alta ou somente no pensamento, mas liam, e gostavam de ler. Eu não sei explicar o que senti naquele momento, mas aquilo me irradiou, enchendo de inspiração e de vontade de escrever. Estar naquele lugar, naquele mundo, foi a melhor coisa que poderia me acontecer. O "cheiro" da cultura, das ideias, da criatividade e da imaginação, tudo aquilo era tão fantástico que fazia qualquer um desejar cada vez mais fazer parte daquele mundo.
Assim, entre autores renomados ou veteranos de guerra, já acostumados com a batida violenta de nosso país, e novatos (como eu), autores de pouca experiência e escritores cujas portas ainda não forma abertas, vi o anseio das palavras circular como mágica, desejos oprimidos liberados em páginas e mais páginas em branco, contos e histórias narradas com primor por pessoas que enxergam muito além do que o mundo mostra e, ao mesmo tempo, apoiam todos os demais a admirar o mesmo que ele foi capaz de ver.
Eu poderia falar sobre a boa organização do evento, sobre a simpatia dos integrantes das estandes de grandes editoras e dos autores com maior experiência, sobre a recepção calorosa de autores que distribuíam autógrafos e auxiliares responsáveis pela divulgação de grandes projetos, do mesmo modo que poderia criticar a demora da praça de alimentaçaõ e do preço de certos alimentos, mas aqui, nessa postagem, eu não sou um crítico. Não faço uma resenha, não faço uma análise do evento.
Eu desabafo, aqui, toda a magnificência que encontrei na Bienal do Livro nesta data.
Essa foi a primeira, mas certamente participarei de todas as próximas, mesmo que somente para circular nas estandes e ver, outra vez, toda essa paixão pelos livros. Aproveito a postagem para agradecer imensamente ao pessoal da Oráculo, Claudio Muniz, Mariana Travieso e Jussara Gonzo, pela simpatia que me ofereceram na estande durante o tempo em que permaneci por lá. Agradeço também a todos que passaram por lá e comentaram, fotografaram ou mesmo curtiram os exemplares de Ragnarok disponíveis sobre a mesa. Eu não atraio centenas de leitores, mas os poucos que cruzaram a estande me deixaram felizes demais, tendo certeza de que escrever foi a melhor escolha que eu já fiz.
Para os veteranos da escrita, meus sinceros agradecimentos. Vocês são espelhos, tanto para os novos autores quanto para as crianças que apreciavam o evento e os livros, por mais que algumas delas sequer soubessem ler com perfeição.
Para nós, novatos, o caminho pode parecer árduo, mas não há prazer maior do que ver que, no topo, há uma recompensa grandiosa esperando, e todos têm competência para alcançá-la. Que sejamos fortes para nunca desistir!
Até a próxima!

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Living Classic - O Jogo dos Clássicos da Literatura

Postagem mega-rápida, somente para divulgar uma coisa que encontrei por acaso e achei fantástica!
Living Classics é mais um daqueles jogos de facebook, criados na intenção de viciar as pessoas e fazê-las gastar horas (e rios de dinheiro) na frente do computador. A grande diferença é que, dessa vez, a Amazon, responsável pela produçaõ do jogo, resolveu utilizar imagens dos grandes clássicos da literatura para criar um jogo point-and-click onde seu objetivo é clicar nas movimentações ocorridas nos quadros, ganhando pontos, aumentando de nível e habilitando novas opções.
Confira algumas imagens dos quadros abaixo e, se você tem facebook, dê uma olhada no jogo, garanto que não vai se arrepender!




Até a próxima!

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Dia do Escritor


Eu sempre gostei de escrever.
Desde pequeno, quando mal sabia contar as primaveras de minha vida, eu amei as palavras. Admirava as letras que se uniam para compô-las, entoando uma canção sem ritmo, certas vezes rítmica demais, declamando poemas de rimas ou sem elas, e eu as admirava ali, sentado com um livro aberto nas mãos, ainda com dificuldade para ler todos aqueles universos. Era tão maravilhoso imaginar, deixar a mente correr solta, livre e desimpedida, alcançar limites muito além dos meus, limites nascidos da imaginação de outros, de infindáveis autores cujos esforços permitiram nobres proezas que me guiavam ao infinito, em ida e volta, em puro êxtase.
Um dia, decidi me aventurar. As palavras ainda eram inimigas, obviamente, mas eu já as riscava em folhas brancas, dobradas ao meio, contava meus clichês em tantos pontos e vírgulas que mal se podia ler, mas eram minhas histórias, meus dizeres, vidas e mais vidas saídas de minha imaginação, dobradas numa boneca de livreto, tão falsa e tola, tão linda e amável. Eu não era bom, não era nada, mas era feliz, feliz demais, e mais feliz me tornava a cada nova história, a cada nova folha dobrada, a cada caneta que se acabava.
Foi quando me aventurei, de uma vez por todas, num mundo só meu. Era uma terra grandiosa, grande até demais, e ela abrigou dezoito meses de emoções, garantindo-me adrenalina num roteiro sem estrutura, que me surpreendia a cada novo capítulo, e lá estava ele, tomando forma num manuscrito que, hoje, é mais do que um tesouro, algo que guardo em minhas gavetas como a maior riqueza que hei de possuir. Oitocentas páginas mostraram-me que sim, eu poderia ser como eles, poderia ser um deus em meu próprio mundo, e então eu o fiz, e continuei a fazer, e decidi que para sempre o faria.
Escrevi mais e mais, escrevi muito, por mais que poucos lessem. Amigos críticos, companheiros virtuais, leitores em sites de postagens digitais, eu fiz o possível, eu fiz mais que o possível, eu fiz  o que tinha vontade de fazer, e fiz por gostar, não por esperar nada em troca, e decidi que sempre seria assim e que, por ser assim, seria melhor. Escrevi e escrevi até os braços doerem, os dedos latejarem, a mente pulsar pelo clímax de desfechos e brechas soltas, de pontas de livre continuidade e introduções melancólicas, por situações aterrorizantes e por amores correspondidos, ou não correspondidos, ou deixados ao vento pela perda iminente.
Eles morreram, eles viveram felizes para sempre, eles encontraram ou desencontraram aquilo que mais procuravam, mas eu sempre encontrava o que procurava, pois procurava por eles, por personagens, por companheiros, por vidas que inexistiam, mas para mim sempre existiriam, nobres e impuras, tão vívidas quanto o mais real dos reais seria incapaz de ser. Enquanto eles morriam e viviam, eu sorria e chorava, com eles, por eles, por todos, e os via chorar e sorrir, como um filme, como uma peça de teatro, como um amontoado de letras, palavras, frases e parágrafos.
Eu era um pai, mas um pai de filhos incontáveis, um pai de deuses e guerreiros e de seres mais velhos que eu, um pai realizado e orgulhoso de todas as suas proles. Eles não me agradeciam, não viviam por mim, mas eu vivia por eles e os agradecia por cada conquista, por cada vitória, por cada plano maquiavélico; agradecia-os por respirar quando as páginas eram viradas. A cada final de dia, quando meus olhos se fecham no repouso, ainda os vejo, vivos e mortos, felizes e tristonhos, realizados ou sem esperança, cada qual em seu mundo, em sua localidade, com culturas variadas, manias peculiares e vestimentas atípicas, cada qual com sua existência inexistente, com seus amores e ódios, com suas revoltas e glórias.
Por essas e outras —por filhos, por mundos, por problemas e soluções de tantos universos —eu amo o que faço, e o faço por amar, mais do que tudo, a liberdade que somente as palavras podem garantir. Por essas e outras, por tudo aquilo que realizei e hei de realizar na vida, mantenho-me na trilha do escritor, no rumo dos contadores de história, no caminho imaginativo daqueles que sonham acordados, que deslumbram o irreal em suas realidades, que fazem do surreal o existente, material nas mãos de cada leitor, estampados virtualmente nas páginas de um blog ou site, sólidos, rígidos, densos, tão leves quanto uma pluma carregada pela brisa.
Por essas e outras, por todas essas e por todas outras, que os incito e motivo a escrever, a ler, a viver a fantasia de fantasiar a vida. Sejam escritores ou leitores, tenham sonhos ou vontades, parabenizo a todos pelas letras, pelas frases, pelas criações, e aplaudo de pé cada nova cena, cada nova alegria e tristeza em nossas crias, cada vingança completa, cada amor encontrado. Aplaudo o fantástico, a ficção, pois somente assim toda a sua irrealidade se torna real, vive ao nosso lado, inspira, respira e transpira por mundos e universos que, por mais distantes que sejam, vivem abaixo de um mesmo céu.
Parabéns a todos pelo dia do escritor.

Taubaté, 25 de julho de 2012.
Rodolfo Santos

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Dança Medieval - Draumur

Essa postagem é diferente das tradicionais, pois trata de um assunto meio inesperado: dança medieval.


Estava eu, todo feliz e pimpão em mais um Anime Friends, quando me deparo com duas donzelas com um simples pedidos: homens para compor um grupo de dança medieval. Parei imediatamente, não por desejar me unir, muito menos pela beleza das duas jovens (mas isso ajudou bastante também, pois ambas eram muito bonitas!), mas sim pelo interesse num grupo que apresenta um conteúdo difícil de encontrar: o medievalismo. Elas me contaram um pouco sobre o projeto, e é isso o que venho mostrar para vocês hoje.
Draumur é o nome do grupo que, além da dança, participava de uma estande belíssima com material medieval para fotos, aulas de arco e flecha, produtos disponíveis para venda e a apresentação do estilo de dança da época, tudo organizado na grande associação Ars Mediaevalis, a qual reúne diversos grupos de costumes típicos. Todos eles estavam vestidos a caráter, o que deixava o clima extremamente agradável para os fãs da cultura, sem contar que o aroma e a trilha sonora da sala contribuíam para essa situação. Eu simplesmente adorei cada segundo naquele lugar, desde a simpatia de todos os integrantes do grupo até a pequena dança, pequena mesmo, pois eu gostaria de ver muito mais! Foi simplesmente incrível, tenho certeza que todos os amantes da cultura antiga adorariam estar presentes numa apresentação da Draumur, e deixo a dica: se tiverem oportunidade de assistir, um dia, assistam! Eles estão sempre lá em São Paulo, fazendo algumas apresentações e ensaios aos fins de semana, portanto, confiram!
O grupo tem uma PÁGINA NO FACEBOOK e um BLOG.
Aqui, no meu perfil, você pode conferir um VÍDEO CURTO demonstrando a dança deles.
Fica a recomendação dessa maravilhosa atuação que encontrei por acaso no Anime Friends. Não percam a chance de estar presentes em quaisquer apresentações deles. Toda forma de cultura alternativa, desligada do modismo atual, tem de ser elogiada ao extremo, ainda mais quando se tem criatividade, força de vontade e talento, coisas que encontrei em todos os integrantes do grupo.
Fica aqui também o meu parabéns ao Ars Mediaevalis, e meus sinceros agradecimentos por proporcionar alguns momentos belíssimos na cultura mais especial do nosso mundo.

Até a próxima!

terça-feira, 19 de junho de 2012

Véu da Esfinge

Olá, companheiros!
Postagem simples, apenas para divulgar a minha página do facebook, Véu da Esfinge. Sabem esses textos que postei aqui, divididos mensalmente na série Momentus? Pois bem, todos esses textos reflexivos, frases, crônicas e lendas urbanas, foram escritos diretamente no facebook, em momentos de inspiração ou similares. Dizem muito do que eu sentia em certas ocasiões, ou apenas uma inspiração súbita que não tenho o costume de deixar passar. Até pouco tempo atrás, postava todos esses textos, acompanhados de imagens colhidas na internet, no meu facebook pessoal, mas resolvi mudar de estratégia. Sendo assim, crieia página Véu da Esfinge para que pudesse me concentrar na postagem desse tipo de conteúdo. Espero que os textos presentes agradem os leitores, e peço apoio na divulgação.
A página pode ser encontrada NESTE LINK.
Não deixe de conferir.

Até a próxima!

domingo, 22 de janeiro de 2012

Pirates! Tales


Olá, companheiros!
Postagem simples, apenas para divulgar um site que encontrei por acaso na internet só agora, e me arrependo muito de não acompanhar há muito tempo! Trata-se do Pirates! Tales, um quadrinho colorido e digital, distribuído de maneira gratuita para download ou visualização online nesta mesma página. Pirates! é uma obra de Yuri Landim, e conta com diversos personagens e arcos, no melhor estilo mangá de ser, com cenas hilárias e muito bem desenhadas. O melhor de tudo, é um trabalho nacional que, apesar de ser gratuito, tem de ser valorizado pelo empenho demonstrado em cada ilustração, em cada página (geralmente semanal) divulgada no site oficial.
Para quem já conhece, continue acompanhando, vale realmente a pena! Para aqueles que descobrem agora sobre essa obra de arte, não percam tempo! Passem pelo site oficial e já o deixem nos favoritos, vocês não vão se arrepender. Toda a tripulação da bizarra Marina Justice está disposta a lhe garantir excelentes momentos. Vai deixar essa oportunidade passar?
Pirates! Tales conta, atualmente, com 172 páginas onlines, além de um estardalhaço de conteúdo extra, como fan arts, artworks e biografias dos personagens. A história é dividida em arcos, e o próprio site disponibiliza um link das páginas pertencentes a cada parte da trama.
Parabenizo desde já o Yuri por sua iniciativa e por seus desenhos, assim como todo o trabalho que tem feito no site e nas histórias apresenteadas. É isso o que falta nos brasileiros, perder o medo de arriscar, de tentar algo diferente. E é isso o que eu encontrei por acaso no Pirates! Tales, e claro que não vou deixar de acompanhar esta hq digital!
E você, vai deixar essa chance passar?
Até a próxima!

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Paródias Nerd

Olá, companheiros!
Postagem rápida, apenas para divulgar uma área que encontrei recentemente no You Tube e gostei bastante, o Geekody! Feito pelo Screen Team, são vídeos que fazem paródias de músicas de sucesso, com temáticas nerds, seja jogos, filmes ou desenhos. Vale muito a pena conferir, os vídeos são realmente hilários, e o mais recente deles é Moves Like Batman, paródia da música Move Like Jagger, do Maroon 5. A playlist pode ser encontrada AQUI, mas deixo também o link de um vídeo muito legal, que foi uma homenagem feita pelo Chad Nikolaus para a sua namorada, Angie Griffin. O vídeo pode ser encontrado AQUI, e é uma homenagem a todas as garotas nerds, em especial aquelas que namoram outros garotos nerds e compartilham deste gosto durante toda a vida. Deixo aqui minha homenagem para uma garota assim, e ela sabe muito bem quem é, hehe.
Até a próxima!

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Nanuka, Camundo e Caricatura

Olá, companheiros!
Postagem rápida, apenas para agradecer ao nosso querido amigo Nanuka Andrade, o talentoso escritor da série Camundo e do livro Ladrão de Destinos, e também ilustrador de capas e de muitos outros trabalhos, pela caricatura que recebi ainda esta semana no meu e-mail. Pretendia comprar o livro Camundo logo no início do mês, mas por sorte acabei ganhando-o numa promoção da Underworld, sem dúvida uma das melhores editoras do país atualmente. O livro ainda não chegou, mas a caricatura, uma segunda promoção válida para todos aqueles que comprasse (ou ganhassem, hehe) o livro até o início de janeiro, já está em minhas mãos, e venho dividir aqui o talento desse desenhista/escritor. Não deixem de conferir Camundo, que logo mais deve ganhar uma resenha aqui no blog. Sem mais demoras, vamos à caricatura.

Até a próxima! :)

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Sonic 4: Episode 2 e Manifesto Feminino Gamer

Olá, companheiros!
Passando rapidinho, apenas para deixar o link de dois vídeos recém-descobertos na internet.
O primeiro é o teaser trailer de Sonic 4: Episode 2, que você pode conferir AQUI. Será que a física melhorou, como todo mundo pediu? Quais serão as novas fases? Disso não sabemos, mas Tails e Metal Sonic estão confirmados, o que me deixa realmente instigado (ainda mais depois de Sonic Generations).

O segundo vídeo é uma manifestação das garotas que jogam, seja em consoles, computadores ou iphones, cansadas do sexismo barato dos jogadores que as menosprezam. O vídeo pode ser conferido AQUI, e carrega uma importa mensagem. Se você é um desses tolos que não respeita a opinião de uma garota, conscientize. Se admira essa opção, divulgue. Faz parte.

Até a próxima!

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Lição de Vida

Olá, companheiros.
Postagem rápida, apenas para indicar um vídeo mostrado pelo G. Brasman, um dos autores do Crônicas dos Senhores de Castelo, ainda hoje no twitter. É uma lição de vida essencial, que todos deveriam saber, e retrata com perfeição que mesmo o menor dos seus atos, se feito com carinho e boas inteções, vai retornar para você do mesmo modo. Você pode ver o vídeo AQUI.
Não deixem de conferir, vale realmente a pena investir 5 minutos das suas vidas e assistir a este vídeo.
Até a próxima!